02 outubro 2026

A felicidade do pobre é pagar conta

Hoje eu tô reflexiva, portanto esse post vai ser reflexivo.

O dia começou mais fresquinho, graças a chuva que caiu durante a noite toda. Um pensamento aleatório me veio agora, que é tipo, em um momento que a chuva completamente atrapalha, como no caso do resgate do soldado Luc (o gato), em outro momento ela é completamente providencial. Naquele dia eu tava puta porque choveu a noite toda. Hoje eu tô agradecida. É meio engraçado perceber isso.

O título do post é porque hoje de manhã eu paguei meus boletinhos. Quando eu falo que a alegria do pobre é pagar boleto, é porque, apesar de ser um saco ter despesa, dá uma certa satisfação quando você consegue pagar tudo relativamente diretinho, com o dinheiro fruto do seu trabalho duro. É claro que a condição ideal seria ter uma folga para conseguir economizar e guardar, porém só de eu conseguir pagar as contas já é bom o suficiente. Acho que gente rica tem tanto dinheiro, que eles nem conseguem ter essa satisfação pontual. Sendo sincera, eu também não queria precisar ter, mas já que é pra ter, vamos ter, porque pelo menos temos satisfação em alguma coisa na vida.

Eu acho que já futriquei tanto nesse layout que eu começo a pensar se eu odiei ele, o que fica confuso por si só pra mim mesma, porque eu penso "porque eu coloquei?" e "porque eu tirei o do Fish Market que eu tinha amado pra colocar um que tô futricando quase todo dia?"

Daí eu pensei na sequencia que eu acho que parte da diversão tá sendo justamente ficar experimentando coisas com o blog, aí depois de fazer muita bagunça, eu volto com o backup desse e fica tudo certo imediatamente. Acho que a diversão tá justamente no futricar.

Outra coisa aleatória que eu tava refletindo era que eu não sou muito fã de me colocar como personagem principal em histórias e etc. Eu falo porque pensei algo como "por que não gero uma imagem tipo minha, com as coisas que eu gosto, as vezes segurando uma lata de Monster de morango pra colocar no header do blog?". Aí depois eu não gostei muito da ideia, porque pensei, eu não me sinto tão interessante assim. Mas não é que eu não me ache interessante, é porque eu acho que tem coisa tão mais interessante na minha cabeça. Tipo, personagens, histórias, universos e etc. Daí eu não vejo tanta graça assim em me inserir em situações ou narrativas, como eu vejo pessoas fazendo, principalmente nas redes sociais.

Vou dar um exemplo de um blog que eu acesso, que a autora se insere nas narrativas, nas fotos que ela gera, em tudo. E isso não é uma crítica, obviamente. É só uma forma de comunicação que eu observo como diferente e eu não consigo reproduzir.

Acho que isso associa um pouco com o que comentei em um post passado, que eu tenho mais facilidade de me expressar através da narração. Através do "avatar", que é uma persona que crio pra expressar um sentimento ou uma ideia. Enfim, voltei a uma mesma conclusão de algo que eu tinha comentado antes já, mas não tem problema. Já disse que não tem problema ser repetitiva nesse blog. Um exemplo disso é a própria Mia, mascote do blog, que serve justamente pra vir ilustrando situações que eu passo. Mas ela não sou eu ou uma representação de mim, a Mia é a Mia.

Enfim, deixando essa reflexão de lado mas ainda falando em histórias, resolvi dropar oficialmente o Priorado da Laranjeira. Primeiro porque eu estou a quatro meses sem nem encostar nele. Eu acho que se não tive o interesse de voltar, então não compensa. Segundo porque a tradução que eu peguei estava muito ruim, então acho que vou aproveitar para comprar o livro quando eu tiver oportunidade. Eu estava gostando bastante da história, mas acho que a leitura não é mais um hobbie que me prende tanto. Mas vou tentar depois quando comprar o livro. Por enquanto, vou marcar o status como "nada" e depois eu retorno ou reinicio.

Eu sei que eu tinha que retomar o hábito de leitura, mas sei lá. Em nenhum momento eu achei que ia ser simples, mas não desisti ainda. 

Mudando de assunto agora, continuando a saga dos snacks que peguei no supermercado, o do dia é esse chips de arroz com Mostarda e Mel.

Alguma coisa nessa textura de biscoito de arroz (no caso, qualquer um) desperta coisas em mim. Não sei dizer se eu gosto ou não, é confuso, sabe? Por um lado é meio murcho mas também é meio crocante. E o gosto, eu acho até gostoso. Eu sempre gostei muito daqueles biscoitos okoshi, que é o arroz com caramelo em cima. Mas ele puro, sem o caramelo ainda é confuso pro meu cérebro. Eu diria que mais gosto do que desgosto.

Porém, nesse chips, como ele é fininho, ele fica cocrante e gostosinho de mastigar. E o tempero também é muito bom, esse de mostarda e mel eu gostei, você sente bem o sabor. Esse também quero comprar outros sabores dele, no final das contas, tá muito aprovado.

E o legal que esses snacks, muito acredito eu, são mais saudáveis do que chips e tal. Parecem ter bem menos sódio, aparentemente. E parecem ter fibras boas, então eu acho que consumir é algo bom (e bem livre de culpa).

Enfim, o post de hoje vai ficar por isso mesmo, por enquanto.

(corre o risco de eu querer adicionar algo depois, mas acho improvável).

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