Esse fim de semana, como foi um dia mais paradão, eu acabei assistindo mais animes, e vou comentar sobre eles (e sobre outras coisas pontuais).
Terminei de assistir The Ogre's Bride.Eu só queria comentar que... Que anime ruim da porra. Não, é sério. A melhor parte dele foi as cenas com a Sakurako, que foram os breves momentos que me diverti com esse anime.
O anime não teve um pingo de subversão (fora a trama do Reiya ✨️supostamente bissexual✨️). Bem, mas pelo menos não transformaram a Sakurako em vilã, ela era só fujoshi mesmo. E a trama dela termina com os três minutos mais legais do anime inteiro, que ela revela que gosta do Takemichi, mas aí isso não explica porque ela shippava ele com o Reiya. O anime não aprofunda nisso. Não aprofunda em nada, não dá meia camada de personalidade a mais pra nenhum personagem. Nem os protagonistas.
E a Yuzu, a protagonista pão de forma, também não tem subversão. Não teve poder oculto. Não teve revolta. Teve nada. Ela só foi inteiramente passiva o anime inteiro.
Terminei o anime na força do ódio. Acho que nem como GL esse anime teria funcionado. Sinceramente.
Agora, o final da temporada de Smoking Behind the Supermarket with You foi bem o que eu tava esperando. Como eu disse, ele é bem slow burn, então só agora teve uma pitadinha mínima de desenvolvimento onde o Sasaki percebe que a Yamada/Tayama é importante pra ele. Isso, só isso mesmo.O anime dá um gosto de quero mais, saber mais dos personagens, saber qual a encrenca que o Sasaki se meteu com o ex-chefe dele. Mas a trama não nos dá nada disso. E eu não sei dizer se isso é bom ou ruim.
Porque tipo, igual eu comentei sobre ele anteriormente, parece que o anime é sobre o micro-cosmo daquele espaço atrás do supermercado. As únicas coisas relevantes são as que acontecem ali, e pontualmente, uma ou outra que acontecem com os personagens. Falo isso porque personagens que o anime considera irrelevantes sequer tem rosto. Como por exemplo, na história do Sasaki, a própria irmã dele e o chefe do conflito do último episódio não tinham rosto.
No fim das contas, dá uma sensação que tudo é uma propaganda de cigarro.
Enfim, tomei vergonha na cara e comecei a assistir um suposto GL. O nome é I'm in Love with the Villainess. E logo no primeiro episódio, eu já amei a premissa. Uma mulher comum, Rae, é transportada para um jogo Otome, porém a personagem favorita dela é justamente a vilã, Claire. E obviamente ela confessa seu amor, indo atrás da Claire. E a Claire, sendo bem tsundere, obviamente rejeita. Tem também os príncipes que são totalmente foda-se, inclusive pra Rae.Eu achei esse anime interessante porque a Rae é assumidamente lésbica. Não é aquela situação que "ah, eu me apaixonei por essa pessoa e por algum motivo é uma mulher". Ela assume abertamente que não gosta de homens, e diz que para ela, o gênero faz diferença sim.
Gostei bastante dos episódios que assisti. Bem, vou assistindo e vamos ver o que vai dar.
Uma outra coisa que aconteceu no sábado, mas acabei deixando para comentar hoje, porque pensei nisso enquanto estava passando corretivo hoje de manhã, foi sobre um corretivo da Mary Kay.
Vou dar contexto. No sábado, foi aniversário da tia do namorado. Daí, convidaram as colegas de trabalho da tia e da mãe dele (que trabalham juntas). Daí, elas levaram um tanto de maquiagem para ter um momento de maquiar. E eu, obviamente fui lá xeretar, porque é algo que gosto muito.
Daí nisso, eu conheci vários produtos que não conhecia ao vivo e não tive oportunidade de testar. Teve uma paleta da Quem Disse Berenice, da Pod Delas, uma da Nina Secrets de blush, uma multifuncional da Boticário muito linda, uns lápis metalizados.
Aí eu fui fazer maquiagem na minha sogra, pra aproveitar e testar as coisas tudo. Daí então, usei o corretivo da Mary Kay. E apliquei tipo, passei na minha mão e apliquei abaixo do olho dela usando um pincel fofinho, e foi uma camada muito fina. E acreditem, o corretivo marcou todas as linhas de expressão que ela tinha e não tinha. Daí, pra resolver, limpei tudo e usei o corretivo da minha paletinha da Sheglam.
Mas depois fiquei pensando "que corretivo pesado, meu deus". E falando sério, Mary Kay é uma marca que nunca me interessou e confesso que até tinha um certo preconceito. Acho que até hoje eu tenho, aliás. E com esse corretivo, fiquei pensando que tipo... Eles normalmente atendem um público da minha idade para cima, como podem formular um produto tão pesado? A base que usei, achei ok, mas não percebi a longo prazo como que ficou na cara da minha sogra.
Enfim, era só esse comentário aleatório que eu queria fazer mesmo.
E hoje vai ser só isso.
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