12 agosto 2026

Querido Diário, que porra é essa?

Esse blog foi abandonado por um dia. Já explico. 

Eu tive que conferir na minha agenda se realmente estávamos no inverno. Porque o calor que está fazendo essa semana está surreal. E bem, eu não sei dizer se isso é algo bom ou ruim, porém é um tempo que está oscilando entre quente e frio. O motivo disso, que os negacionistas se recusam a acreditar, é o El Niño, que é esse aquecimento do oceano que consequentemente desloca essas massas de calor intenso. Aqui em minas está o conflito dessa massa de calor com uma frente polar, então está havendo essa forte oscilação de temperatura. Haja rinite pra aguentar, sinceramente. 

Antes de comentar sobre o principal assunto do post, eu queria falar sobre ir de carro essa semana, no meu diário de aspirante a piloto de fuga. Está tendo uma reforma em uma rua, que eu acredito que seja isso, está causando um transito fudido intenso em um local que eu preciso passar. Não tem como sair fora. Daí eu fico agarrada nesse trecho e é algo sinceramente muito cansativo. Meu namorado sugeriu que viéssemos de ônibus, mas eu sei lá, queria dirigir. Sem falar que segunda e terça acabamos não indo para academia, porém hoje possivelmente vamos, então eu imagino que sair em um horário mais tarde irá favorecer melhor o transito. 

Ontem fui no cinema (já comento) e quando saí já era quase meia noite. Apesar da ansiedade de trafegar nesse horário e parar nos sinais (mas aí já é um medo de assalto), foi uma oportunidade muito maravilhosa de dirigir sem ter ninguém na rua. Eu estava com atenção redobrada, pois tenho ciência que durante a noite o povo costuma avançar sinal e coisa do gênero (o que eu faria também, se não tivesse pegado todos os sinais abertos praticamente). Mas, mesmo assim, pude dirigir com um pouco mais de liberdade e desenvolver o carro melhor. O que foi bem legal e gratificante.

Sobre minha experiência em direção, eu sinto que estou melhorando cada vez mais. Eu ainda estou me embananando pra trocar as marchas direitinho, mas aí é mais uma questão que de vez em quando o carro e não passa. Talvez mal de carro idosinho. Mas não é sobre isso que estou falando, e sim sobre a confiança mesmo de trafegar, enfiar em algum lugar se necessário, desviar e manobrar. Ontem mesmo eu entrei perfeitamente de ré em uma vaga, sem precisar de ajuda externa. 

E apesar de tudo, eu tô feliz.

Enfim, já que estamos falando de estacionar, vamos falar sobre o motivo que eu estava estacionando ontem.

Fui ao cinema assistir o novo filme do Homem Aranha - Um novo dia. E oh,boy que felicidade que foi assistir esse filme no cinema. Porque tem muitos efeitos de câmera e cinematográficos que não dariam o mesmo impacto vistos pela televisão. Valeu a pena demais. 

Sobre o filme em si, e eu até comentei com meu namorado, eu imagino que seja o último grande filme que irão lançar antes dos filme dos Vingadores, agora em dezembro. Então, eles precisavam introduzir os X-Man nesse filme, porque é a garantia que mais pessoas irão assistir. Daí então, nos foi apresentada a personagem Jean Grey, interpretada pela Max Sadie Sink (um mistério que eles estavam guardando com unhas e dentes, revelar qual personagem ela iria interpretar). Achamos inusitado, mas casou muito bem com a proposta e a história do filme. 

Há participações especiais muito boas no filme. O Hulk apareceu, o que achei bem legal, e a Viúva Negra (a Yelena, não a Natasha). Gostei das aparições pontuais dos dois. O Justiceiro também apareceu, em uma versão que me descreveram como "higienizada". Mas, como eu não assisti a série dele, só conheço ele pela série do Demolidor, então eu achei a aparição dele muito boa, mostrando tipo... Uma evolução do personagem. Eu imagino que se ele é um personagem com um passado traumático, e que a violência da série dele reflete isso, na minha percepção, nesse filme talvez ele esteja começando a seguir em frente.

O filme aborda um pouco a questão de saúde mental e traz essa mensagem de como nós somos seres sociais, quando nos isolamos, estamos propensos a nos perder inclusive de nós mesmos. No filme, o Peter passa anos cultivando um anonimato solitário, que começa a afetar sua própria essência. E no fim, ele consegue conciliar tudo, e ao ajudar a Jean, ele acabou ajudando a si mesmo. 

Gostei muito, não senti que foi um filme de transição (eu odeio quando o filme só vem pra preparar terreno pro filme seguinte, como foi o segundo filme do Homem Aranha). Senti que foi uma história fechadinha, que cresceu e evoluiu os personagens. Todos eles. É o filme que mais gostei desde Thunderbolts*.

Agora, explicando porque não postei ontem.

Distraí escrevendo A Flor e a Lâmina durante o dia. Cheguei tarde em casa de noite. Acabei não postando. Fim.

Por fim, e não menos importante. 

Comprei alguns produtos da linha Wonder que eu estava querendo. Assim que chegar, faço um review. Acho que nunca comprei tantas coisas de maquiagem de uma vez.

Ah, e eu terminei de assistir Parede de Gelo, amanhã eu comento sobre.

E por hoje é isso.

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