Ontem eu disse que daria notícias da minha presepada na garagem complicada da academia. Pois é, esbarrei o carro numa coluna. Mas, pela intercessão de São Cristóvão, o carro não machucou e passa bem. Porém, podia ter sido pior, porque mais uma vez eu quase quebro a cara por achar que alguma coisa dá, quando não dá. Fora isso, consegui entrar bem na garagem, estacionar de ré e manobrar certinho, então vou considerar uma vitória 50/100. O resto do trajeto foi tranquilo, pois saímos da academia depois do horário de pico. Hoje não tem academia, e como a rua segue fechada, eu vim de ônibus (esse raio dessa rua vai ficar fechada pra sempre??).
Sobre a academia, eu estou começando leve. Peguei pesos leves e fiz os exercícios tranquilamente, finalizando com esteira. Não quero pegar pesado. Assim como foi com a minha alimentação, que com paciência e constância eu consegui regular, e consequentemente perdi peso, com a academia quero o mesmo. Continuar devagar e constante, e eu vou virar a Maki os resultados virão. Por enquanto não estou indo todos os dias (a pedido do namorado), mas em breve eu espero conseguir ir.
Agora, falando sobre o título do post, porque me veio a vontade de fazer essa plaquinha para colocar aqui na minha mesa de trabalho, uma vez que qualquer um que chega aqui na recepção acha que tem uma obrigação moral de conversar comigo, mesmo quando eu estou tentando trabalhar. E porra, eu não sou recepcionista, eu sou arte-finalista que por um motivo muito irritante, está localizada na recepção.
Curiosamente, hoje mesmo eu estava pensando se os colegas de trabalho da minha antiga empresa me vissem hoje em dia, diriam algo como "nossa, a Niara mudou demais com o namoro". Digo isso porque é o que as pessoas sempre falam, e por coincidência, eu parei de ter contato com eles quando comecei a namorar (mas foi porque me mandaram embora da empresa mesmo). E aí eu diria algo como "não foi o namoro, foi o atendimento ao público". Porque eu sinceramente me considero uma pessoa muito mais rabugenta, impaciente e intolerante do que eu era há um tempo atrás. Acho que a bateria social é que nem uma bateria do celular. Você gasta, você carrega, porém com um tempo a bateria por si só se desgasta, e comporta menos carga. E acho que todo mundo que já trabalhou atendendo público e lidando diretamente com clientes tem essa mesma sensação de desgaste social.
E olha que meus clientes nem são ruins assim. Tem uns que meu santo não bate, tem outros que não gosto porque tem fama de caloteiros. E tem uns que me tratam muito bem. Mas, é o que eu falei há uns posts atrás, a questão do ódio corporativo. E o ódio e o stress acabam desgastando qualquer um, por mais que você tente manter uma relação amigável com os clientes.
Acontece que durante esse mês, época de política, aqui na empresa, a produção está sobrecarregada. Por causa disso, os serviços estão demorando mais e até atrasando. E obviamente, como eu estou na linha de frente, preciso aguentar as reclamações e as broncas, quando é uma coisa que está além do meu alcance. E sinceramente, isso está me causando um enorme desgaste, que eu não sei bem como lidar.
Pelo o que pesquisei aqui, o período de propaganda eleitoral vai até o dia 2 de outubro. Então esse ritmo vai se delongar por mais um mês. Estamos na última semana de Agosto. E eu sinceramente não sei opinar se esse mês passou rápido ou se demorou um século. Porque por exemplo, semana passada e retrasada, parece que demorou muito. Essa semana está mais ou menos. Então... Não sei, acho que Agosto está seguindo sendo o mês mais comprido do ano.
Normalmente, quando eu estou escrevendo o post, acontece alguma coisa que acaba me dando vontade de escrever. E no caso, o motoboy do restaurante que meus colegas de trabalho pedem comida chegou aqui. Eu não sei porque cargas d'agua, eu sinto muita repulsa do cheiro da comida desse restaurante. Ao ponto de me revirar o estomago.
Acontece que não é uma comida ruim ou estragada. Meus colegas comem todo santo dia e não tem nenhum problema. Ou seja, eu me pergunto, o que raios pode causar esse nojo? E eu lembro muito tempo atrás quando eu pedia comida de lá, que parei de comer justamente por causa desse cheiro. E eu nem sei descrever direito como ele é.
E isso é um mistério da ciência. O que seria esse cheiro e porque me incomoda.
Eu particularmente não sou muito picky eater, como quase de tudo, porém eu sou extremamente exigente com o preparo da comida que eu como. Eu não gosto de comida de self service, não como comida que a pessoa não armazena direito, logo depois do preparo (salvo excessões que não tem jeito, mas como cabreira). Não gosto de comida mal feita ou mal preparada. Nesses pontos, eu sou bem fresca. Mas, as vezes no dia a dia, a gente fica meio refém de comida de rua. Eu tento evitar ao máximo, mas tem hora que não tem jeito. Quem sabe um dia eu não chego no máximo de não precisar comer nada da rua e saber preparar tudo em casa...? Bom que até gasta menos dinheiro.
Enfim, a reflexão de hoje é essa. E o post de hoje é esse.

Nenhum comentário:
Postar um comentário