Não, eu falo sério. Se tratando de uma relação de clientes, você pode ter na sua vida pessoas que você odeia ter que lidar com elas no ambiente de trabalho, tem ranço total da pessoa, mas a pessoa em si, você nem sabe quem ela é. Eu odeio gente que não sei nem como é o rosto e a voz, o máximo de interação que eu tenho é uma troca de mensagens. Eu odeio gente que eu não sei nem o nome, só recebo o trabalho (mal feito) da pessoa e já fico com ódio. E tem gente que eu olho na cara da pessoa e dá vontade de chutar na rua, mas no geral a única coisa que eu tenho contra ela é o fato de ela existir no meu ambiente corporativo. E o que eu falo não é desprezo, não é desgosto. É ódio. Aquele sentimento que queima no peito, que faz a gente sentir raiva, vontade de se tornar violento, de fazer coisas violentas. E quando se trata de trabalho, fica muito fácil odiar alguém. Até gente que eu acho super gente boa, que me deu presente de aniversário e natal, eu odeio corporativamente. É absurdo.
Vamos começar esse post falando da importância de saber as coisas que a gente tem (inclusive eu acho que vou ter que fazer um post sobre isso). Eu tenho uma caixa que eu chamo de "a caixa das derrotadas", que é onde eu guardo as maquiagens que venceram, ou não me serviram por algum motivo, ou que eu desisti dela. A minha intenção é doar elas para sei lá, uma funerária (no caso das vencidas). Acontece que ontem eu fui procurar não sei o quê lá dentro, e acabei me deparando com esse blush. E eu me liguei que ele é igual o blush da Sheglam que eu queria comprar mas acabei não comprando, o Cherish. E fiquei tipo "pô, quase que eu compro uma coisa que eu já tinha". Voltei com o blush para minha bolsa de maquiagem. Pena que ele vence no início do ano que vem, mais motivo pra usar ele.Aí agora fiquei pensando que eu deveria fazer um post sobre a caixa das derrotadas. Porque aí eu sei o que tá lá, e porquê tá lá. Fica aí o plano, eu ainda tenho que fazer um post sobre os meus iluminadores (tá ficando muito importante, porque agora tem vários).
Enfim, mudando de assunto, quando eu era mais nova, meu pai me deu a coleção dos três livros da Pippi Meialonga. E eu amava esses livros, mesmo. Porém quando adolescente, eu não sei o que me deu num surto, eu acabei doando esses livros. Depois de adulta, arrependida, eu comprei o primeiro volume. Isso já tem um tempo. Porém, ontem, minha mãe recebeu uma doação de livros lá, e viu o segundo livro da coleção. E trouxe pra mim. Eu não sei nem descrever o quanto eu fiquei feliz. E o livro está em uma condição impecável, e agora só vai ficar faltando o terceiro volume.Esse é o tipo de livro que quero manter para quando eu tiver filhos, porque é uma leitura muito divertida e lúdica. Tipo, a Pippi é uma menina cuja mãe já está no céu e o pai era marinheiro (ou pirata, não lembro exatamente). Quando em uma tempestade o pai dela cai no mar, Pippi vai morar em uma casa, a Vila Villekulla. Ela tem uma maleta cheia de moedas de ouro, um macaco e um cavalo, que passa a viver na varanda.
Daí então, vai contando a aventura da Pippi com seus vizinhos Tom e Aninha (se não me engano) em uma vizinhança extremamente conservadora. Acho que foi a minha primeira referência disruptiva e anti-conservadorista que tive na infância.
Ou seja, no fim das contas, é uma leitura que me marcou muito. E estou feliz de recuperar os livros aos poucos.
Falando agora sobre anime, eu cheguei na segunda temporada de You and I are Polar Opposites. Aí eu percebi que acho que o anime está ongoing, porque não tem a mesma quantidade de episódios da primeira pra segunda temporada. Daí eu já queria deixar uma opinião aqui de até onde eu cheguei.Eu sigo achando fofo. A temática do primeiro amor é muito fofa, e o anime está começando a trabalhar na relação dos casais secundários. Até então o anime não teve tipo, grandes conflitos, e eu acho que isso é muito bom. Acho que, que nem o Parede de Gelo, essa autora mantém os conflitos bem resolvidos, então fica um anime bem leve de assistir. Esse anime tem menor desenvolvimento em relações de amizade (em comparação com o Parede de Gelo), mesmo que elas ainda existam e são muito boas.
É um anime agradável que deixa o coração quentinho.
Agora falando de música.
Tinha um vídeo no Instagram falando sobre tartan. Aí nos comentários o povo falando "que tartan o que, isso é estampa PinkPantheress". E eu pensando "o que raios é PinkPantheress? Deve ser alguma influencer ou algo do gênero, ou alguma piada que estou velha demais pra entender". Acontece que eu descobri que PinkPantheress é uma cantora, e as músicas dela que ouvi são bem boas! Tinha uma música que eu já conhecia de reels, que é a Illegal. A música que eu mais gostei até agora foi a Girl Like Me. A voz dela é bem suave e tranquilinha, então acaba sendo gostosinho de ouvir. Aí conheci o album dela, Fancy That, e gostei bastante. E realmente, ela usa muito tartan na estética, então os comentários do povo fazem sentido. E aparentemente agora eu conheço a referência.Enfim, papo aleatório:
Eu só queria comentar aleatoriamente que acho assustador quando as pessoas usam IA para gerar fotos delas mesmas com outras pessoas (conhecidas mesmo, não é nem de famosos), vivendo momentos que elas não viveram. Ok, não tô querendo colocar uma régua moral de tipo "isso é errado ou certo" ou "as pessoas deveriam ou não fazer isso". Não é um julgamento direto às pessoas. É uma sensação de desconforto em ver algo que parece muito real, mas você sabe não é.
Tipo, imagina assim. Você gera uma foto de IA, aí beleza. Aí ela fica ali perdida na galeria no meio das suas fotos, você esquece dela. Aí passa uns anos, você esquece sobre o assunto, e por algum motivo encontra essa foto novamente. Não deve dar uma sensação bizarra de "quando foi isso...?". E aí você passa ou alguns segundos tentando lembrar o que era, e acaba percebendo que aquilo nunca existiu, nunca aconteceu. Deve ser uma sensação horrível. Tipo uma anti-nostalgia. Inclusive isso daria um bom thriller de suspense ou algo do gênero.
Eu pelo menos uso a IA pra gerar minhas bonecas 👀.
Hoje eu comecei academia, mas acho que vou entrar em mais detalhes no post que vem, porque aí vou ter mais informações.
E é isso por hoje.




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