Hoje é segunda feira e o domingo correu tranquilo até demais. Basicamente fiquei deitada o dia inteiro, mas eu acho que foi mais do que justo pra semana corrida e pro sábado agitado que eu tive. Aliás, se existisse mais um dia de descanso, eu provavelmente ia aproveitar deitada. Ou talvez não.
Daí aproveitei pra assistir dois filmes que queria comentar sobre eles aqui.
O primeiro foi A Última Casa. Filme com Wagner Moura e Greta Lee, que estreou na Netflix. Pelo trailer e pelas propagandas, eu achei que o filme seria mais voltado pro terror/suspense, mas ele foi bem uma ficção científica com toques de terror.
Outra coisa que achei quando comecei a ver esse filme era que ele seria uma analogia a alguma coisa. Seja a questão ambiental, ou uma questão de depressão e relação familiar (quando temos o personagem do Wagner, Jason, que está sem emprego, as contas estão acumulando), ou uma questão de como estamos nos isolando em nossas casas e ficando cada vez mais individualistas. Porém não. Eu percebi que ele foi bem literal no que se propôs, sendo assim um filme de sobrevivência e ficção científica. Isso não tira mérito dele, só estou contando que imaginei que seria uma coisa que não foi.
Tiveram algumas mensagens bem sutis, mais voltadas para uma questão de ambientalismo e o homem que acha que tem que resolver tudo sozinho e tudo mais, mas não é nada que se aprofunde muito na crítica.
No mais é um filme divertido, e que dá uma tensão de expectativa. Algumas questões a gente precisa bem suspender a descrença pra entender, tipo "como exatamente as criaturas prendiam todo mundo magicamente em casa?". Mas, se você releva esse tipo que questão, assumindo que é porque é, então acaba sendo bem legal a premissa.
O outro filme que vi, Avatar Aang: O Último Mestre do Ar, foi lançado no streaming da Paramount. Esse filme foi vazado anteriormente, mas acabei nem interessando por assistir, esperando assim sair no streaming. Sendo bem sincera, eu acho que esse filme veio para levantar um pouco o hype de Avatar, porque estão para lançar uma série nova. Daí pegaram um tema que os fãs sempre pediram, que é o time avatar adulto e lançaram um filme que vou dizer bem... Fanservice.
Porque a história em si, é aquele roteiro que "se você não tivesse mexido em nada, nada disso teria acontecido". E é um tipo de roteiro que eu já não gosto por natureza. Tipo, tudo o que aconteceu foi por culpa do protagonista, se ele tivesse ficado quieto, nada tinha acontecido. Sem falar que, para quem assistiu Avatar: A Lenda de Korra, você já sabe que o desfecho da história proposta "não vai dar em nada", no sentido do conflito principal.
Daí onde entra o fanservice: Nas representações da Cidade República do passado, nos memes (meus repolhos!), nos personagens bem desprovidos de roupas, e em outros elementos que pude notar. Tanto que vários posts que vi sobre o filme foi enaltecendo esses elementos.
A animação, mesmo sendo aquele 3D simulando 2D que não gosto muito, ficou muito bonita. Os cenários são bonitos, os personagens bem caracterizados e essa conversão 3D-2D ficou bem feita. Acho que é o ponto alto do filme, toda a animação e direção de arte são estonteantes.
Portanto, se ele se propunha a ser um fanservice, eu acho que foi muito bem feito. Eu como fã, adorei o filme. Babei completamente na Toph. Me diverti com os momentos meme e fiquei encantada com os cenários que apareceriam em Korra, futuramente. Ou seja, ele cumpriu perfeitamente o papel que queria.
E o mais importante, me deixou empolgada para ver a série. Que acho que no final das contas, era o intuito final dele.
Foi um ótimo filme.
Também saiu episódio novo de Though I Am an Inept Villainess. Foi um episódio que, não vou dizer que foi morno, porque o final criou um cliffhanger gigantesco. No episódio em si, a Shu no corpo da Reirin começa a sucumbir pela febre. Reirin então, usando de um arco mágico/encantado, depois de atirar flechas por seis horas seguidas, acaba de alguma forma conseguindo salvar a Shu por enquanto, através de algum tipo de conexão espiritual em uma cena bem doomed GL. Mas no geral, esse episódio não avança tanto com a história, então por isso achei ele bem morno.
Na cena pós créditos, a dama Tōsetsu vai até a Reirin (no corpo da Shu) e pergunta se ela é a Reirin. Eu não entendi muito bem em que momento ela identificou isso, talvez eu tenha que rever o episódio. Não acho que a história vai entregar essa revelação da troca de corpos assim tão fácil, então eu estou esperando que no próximo episódio alguma coisa impeça a Reirin de falar a verdade (como por exemplo o bloqueio do feitiço), ou a própria Reirin não queira falar a verdade, pois isso prejudicaria a Shu, daí então a coisa toda se mantenha como uma suspeita no ar mesmo.
Enfim, gostei bastante do episódio.
E, acho que o post de hoje vai ser só isso. Chegaram minhas maquiagens da Sheglam, mas só vou ver elas hoje a noite, então o review vai ficar pro post de amanhã.



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