Foda que eu sempre falo que as vezes o comportamento das pessoas desperta o pior lado da gente. Papo de pensamento homicida mesmo. E o mais foda ainda é que as pessoas que estão só vivendo a vida delas não são culpadas pelo o que a gente sente de ruim em relação a elas. Por exemplo, se eu fosse uma pessoa animadona que ama sertanejo universitário e pagode sofrência, eu ia adorar ter uma vizinha que coloca os melhores hits do Spotify Brasil 2026 ✨ironia✨. Mas não, eu nasci essa senhora rabugenta de trinta e dois anos, quase trinta e três. Que gosta de silêncio e acha gente barulhenta a coisa mais fubanga que existe. E que passa todo domingo com pensamentos incendiários.
Enfim, esse foi o desabafo de hoje, vamos seguir o baile.
Domingo é aquele dia de marasmo que vai chegando no fim e eu vou ficando numa puta ansiedade. E eu sinceramente não sei com o quê eu to ansiosa. Se é ir de carro amanhã, ou ir de carro pra academia, ou o medo da semana ser tão punk quanto essa semana foi. E eu sei que é ansiedade porque dá essa ânsia de vômito, esse estômago embrulhando e essa sensação meio de estar desconectada da realidade. Daí por isso acho que vim escrever um post, ver se consigo organizar as ideias.O lance do trajeto carro/academia é bem simples, teoricamente. TEORICAMENTE. Porque eu acho que já tô apavorada de ter que estacionar naquele estacionamento apertado deles, ou ter que deixar o carro parado na rua. É claro que, depois das primeiras vezes fazendo isso, provavelmente eu vou me adaptar melhor, maaas... Antes da primeira vez vem esse medo de "e se eu não conseguir?", "e se lá for apertado e eu não conseguir nem entrar nem sair com o carro?", "e se eu esbarrar em alguma coisa qualquer coisa"?
Bem, acho que a lição que enfrentar o trânsito que enfrentei nos três dias da semana passada me deu é que eu acho que sou um pouco mais capaz de fazer as coisas dirigindo do que eu acho que sou. Por outro lado, vem uma insegurança que anda de mãozinha dada com uma cautela excessiva. Por um lado isso é bom, porque cautela no trânsito nunca é demais. Por outro lado, essa insegurança cautelosa ajuda a fermentar a ansiedade. E a única forma de conseguir equilíbrio, é com a prática, já falei sobre isso milhares de vezes aqui, e preciso repetir isso pra mim o tempo todo, como um mantra.
Amanhã eu conto como foi.
Enfim, hoje lançou episódio de Though I Am an Inept Villainess. E a pedra que eu cantei no post anterior estava certíssima. A própria Reirin impede a Tōsetsu de falar sobre a Shu, e ordena que ela cuide da Shu por enquanto e não fale nada. Enquanto isso a Shu descobre que a doença que quase a matou no último episódio era uma maldição, e deixa uma deixa no ar de "mas... as únicas pessoas que sabem esse tipo de maldição sou eu e..." e corta. Indicando que alguém queria prejudicar a Reirin. Depois disso, há uma reunião de todas a consortes e as damas. Fala um pouco da relação entre a Imperatriz Kenshū e a Shu Gabi (bem GL). Olha, eu acho que a Shu Gabi ser a vilã vilã mesmo seria a coisa mais óbvia (só lembrando aqui que a Shu Keigetsu é mais uma vítima fdp do que uma vilã, até então). Mas, essa seria uma escolha tão óbvia, que eu iria ficar honestamente decepcionada se for isso mesmo. O episódio também plantou uma suspeita de que a Shu Gabi tenha algum tipo de envolvimento familiar com o príncipe Gyōmei (ou do Shin-U). Na verdade, já foi dito que o capitão olhos de águia é irmão mais novo do príncipe, então será que ele seria filho da Gabi ou alguma coisa assim? Fica a teoria aí no ar. Enfim, o episódio foi bem legal, acho que vou dar uma reassistida pra pegar algumas coisas que perdi.Tem alguns assuntos que eu queria comentar, mas acho que vou deixar pro próximo post, porque tô meio preguicinha.
Quero falar sobre o script que salvou minha vida na sexta quando precisei fechar um material de política. Nunca critiquei a IA.
Também quero começar a série do "coisas que terminei de usar", já tenho uma coisa pra registrar até.
Maaaaas, por enquanto, o post vai ser isso.



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