Mas, tem hora que eu tento defender a pauta do "não é culpa das pessoas, é aquilo que a mídia está influenciando as pessoas a fazer, com promessas milagrosas". É a mesma premissa do Jogo do Tigrinho. A promessa da beleza e da riqueza e as pessoas vão influenciadas por esse discurso. E por um lado, eu tento entender como a pressão social pode ser determinante na hora de tomar uma decisão, porém ao mesmo tempo, outro lado do meu cérebro quase grita "como vocês podem ser tão burros?!?". Eu sei, eu sei. São muitos fatores de engenharia social usados como forma de manipulação de massas. Mas ainda assim... AINDA ASSIM... Eu fico indignada.
Porque não é bem uma indignação por si só. É um certo receio. Ultimamente meu Instagram está me bombardeando de vídeos falando sobre a retirada de direitos das mulheres. Usando exemplos como o livro/série O conto da Aia e a forma que foi inspirado nos dias atuais. Posts contando sobre as mulheres sofrendo sob influência do regime do Talibã, que foi imposto em 2021, algo muito recente. E eu vejo que essa realidade está tão próxima que dá medo. Vejo pessoas, inclusive mulheres, defendendo pautas como retirar o direito ao voto das próprias mulheres. E outras coisas que ainda estamos a duras penas tentando conquistar, e querem tirar nossos direitos. Parece absurdo demais, surreal demais? Dá mesma forma que talvez uma mulher no oriente médio pensou que era um absurdo, anos atrás, e hoje em dia sofre, sem direitos, da mesma forma pode acontecer com a gente.
E nesse pensamento que soa distópico, eu me pergunto, será que teríamos como lutar, como nos defender? Ou será que estamos a mercê de uma população que, sob influência midiática, seria capaz de chegar no fundo do poço a ponto de injetar uma substância duvidosa só pela promessa de algo, sem questionar, sem pestanejar, sem pensar nem por um momento?
Será que um dia isso tudo vai estourar a bolha da Internet e da ficção e vir para o mundo real? Ser presente nas nossas vidas? E como será que todo mundo reagiria?
Eu honestamente espero que esse recorte da ignorância humana seja só algo destacado nas notícias e comentários de redes sociais. Que na vida real, as pessoas sejam um pouco mais espertas, e que esse meu medo seja infundado. Mas observando tudo, tenho certo receio que não.
Enfim, não dá pra ficar, nesse momento, esquentando muito com isso. Preciso fazer o que está ao meu alcance. Por exemplo, votar. E isso é um problema, porquê tem anos que não voto porque preciso transferir meu título de eleitor.
E até o momento que eu estava escrevendo esse post, eu achava que eu precisava ir até uma unidade do TRE para fazer a transferência de título, porém pesquisando (algo que eu podia ter feito antes) descobri que dava sim para fazer a transferência online, porém eu precisava ter feito isso antes de maio (por causa do periodo eleitoral, não é permitido esse tipo de alteração no momento). Dei muita manota nesse aspecto e por mais esse ano, vou ter que contar com a sorte. Mas prometo pra mim mesma que assim que a eleição passar, vou regularizar minha situação para poder votar.
Bem, mudando um pouco de assunto, porém nem tanto, eu percebi que conteúdos de maquiagem na Internet, e maquiagem no geral, são muito meu escapismo. Percebi isso quando estava sendo sobrecarregada de conteúdos como os que citei acima. Dai corri só pra dar uma olhada em páginas da Ruby Rose e Sheglam. Porque é algo que me distrai no meio dessa bagunça toda. Porém, o único cuidado que tenho que ter é para não comprar coisas desnecessárias. Porque vendo vídeos eu já encho de "nossa quero isso", e as vezes o querer passa longe da necessidade real.
Inclusive, eu preciso dar uma catalogadinha nos meus batons também, e no resto das minhas paletas. Porque ontem eu acho que coloquei no carrinho uma paleta de cores que eu acho que já tenho. E vi uns batons que me interessaram, porém estou com batons em casa com o prazo de validade quase expirando 🥲. Saber o que eu tenho sempre ajuda a não comprar coisa repetida.
Bem, e falando sobre hobbies e coisas no geral, eu queria comentar sobre um jogo que estava jogando despretensiosamente, Tales of Seikyu. Não fui nem eu que comprei, está na biblioteca da minha família da Steam.
Da metade do sábado pra o final, eu estava meio sem nada pra fazer, já que o namorado estava meio doente e de cama, que queria jogar algo. Joguei um pouco de Peak e avancei bem, apesar de ter morrido e passado raiva.
Aí depois dele, a minha irmã já tinha comentado comigo de alguns jogos que ela tinha comprado para a biblioteca da Steam, e esse tinha me interessado. Daí acabei baixando, joguei e gostei muito (depois vou fazer o update com alguns screenshots). Na história, você é um Yokai raposa (Kitsune), em uma ilha com outros Yokais, onde a existência de humanos é algo mítico.
Apesar dessa ilha ter sido fundada por um clã de Kitsunes, todas as raposas misteriosamente desapareceram, incluindo os pais da protagonista e sua irmã Kon (que não consegue assumir a forma humana). E por enquanto eu tô bem no início pra descobrir a lore toda, então não consigo dar muitas informações além disso.
Uma das coisas que achei mais interessante foi o fato que sua fazenda não começa um lixo igual os outros jogos estilo farming. O jogo é bonito, tem gráficos igualmente bonitos e é bem aconchegante. Acho que vou continuar jogando, apesar que não sou uma gamer muito ativa/constante.
Enfim, daí continuando a saga do fim de semana, fui na festa do meu tio avô que está completando 85 anos. Vi alguns parentes (legais) que tinha um tempo que eu não via, o que me deixou feliz. E tinha vários outros parentes que eu não conhecia.
Infelizmente, pela pressa que estávamos para sair, porque minha mãe tinha horário para ir embora por conta do trabalho trabalho, eu não consegui nem tirar foto do que eu estava usando. Mas foi uma roupa bonitinha e simples, até arrisquei usar uma sandalinha de saltinho.
De noite, assisti um filme que eu queria comentar aqui e inclusive criar a tag "filmes" que eu não tinha feito ainda. Era o The Sheep Detectives, ou Ovelhas Detetives em português. Desde o trailer eu estava com vontade de assistir esse filme, e acho que valeu bem a pena.Na história, um pastor de ovelhas de nome George, que todos os dias lia para suas Ovelhas romances de mistério policial, acaba sendo assassinado na própria fazenda. Então, as ovelhas decidem que iriam investigar e resolver o caso. É uma mistura de comédia e drama e um filme bem leve de assistir. E acho que como mistério policial, ficamos pensando sobre quem seria o culpado, tentando juntar as pistas e evidências no momento certo. O pace do filme nesse aspecto é muito bom, porque nós vamos descobrindo as pistas junto com as ovelhas, sem passar nem na frente delas e nem ficar pra trás no mistério. No fim, pelo menos pra mim, você acaba chegando a conclusão junto com elas, e fica aguardando (junto delas) para o elenco humano perceber o mesmo, o que por si só já cria uma tensão de expectativa muito interessante.
E com a tag "filmes" que coloquei agora, vou começar a falar dos filmes que assisto, nem que seja um pouquinho. Não assisto tantos filmes assim, então acho justo comentar sobre os que já assisti.
E ainda falando de coisas assistíveis (sim, esse post vai ficar meio grande, mas paciência), ontem saiu mais um episódio de Though I Am an Inept Villainess. E a cada episódio a minha expectativa está crescendo mais. O que eu achei que ia ser só uma reciclagem de Diários de uma Apotecária, está desenrolando de uma forma bem interessante, até porque no fim do episódio lançado, a protagonista Kou Reirin, agora no corpo saudável e forte da Shu Keigetsu, teve uma reação um pouco peculiar quando viu que estavam fazendo merda com sua dama de companhia, Leelee. Aí esse finalzinho pelo menos dá entender / cria uma expectativa que a Reirin não é só a menina animada e fofinha e perseverante que os episódios até então deram a entender. Ou seja, fiquei na expectativa do próximo episódio, que lança sóóó no próximo domingo. Aguardemos.Enfim, por hoje é isso.



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